PRODUTOS

SOLA II - Enxofre Em Combustíveis

 
O SOLA II (Sulfur OnLine Analysis) mede o enxofre total em combustíveis líquidos e correntes gasosas de processo. O SOLA II atende às necessidades de um analisador de enxofre de baixa manutenção que pode medir confiavelmente baixos níveis PPM para ajudar os usuários a atender regulamentações exigentes que limitam os níveis de enxofre em combustíveis.

O analisador SOLA II utiliza detector de Fluorescência UV Pulsante (PUVF) de baixa manutenção com o sistema de pirólise para medir enxofre total em gasolina, diesel, querosene e combustível de aviação. O Pyrolyzer™ realiza as conversões para medida de enxofre total sem a necessidade de uma fonte de oxigênio puro. Um sistema de válvula de injeção provado em campo inclue hardware e software para controle preciso da introdução de amostra.

Fundo de escala de faixas de medida vai de 0 - 5 ppm/wt a 0 - 9000 ppm/wt com limites de detecção tão baixos quanto 0,25ppm. Seleção automática de corrente também é disponível para aplicações dual-stream.

Características e Benefícios
 
  •  Combustão da amostra usa ar apenas, não há necessidade de oxigênio puro
  •  Vida prolongada e melhor limite baixo de detecção do que sistemas UV não pulsantes
  •  Baixo consumo 
  •  Baixa manutenção
  •  Injeção continua de amostra
  •  Fácil operação
  •  Atende as necessidades de medida de baixo teor de enxofre em combustíveis de agora e para o futuro
  •  Campo Pulsante UV com comprovada tecnologia de detecção de fluorescência acoplado a um sistema de pirólise comprovado em campo
  •  Conforme o método ASTM  D-5453
  • Sistema de parâmetros definidos de Auto-validação/calibração Auto (opcional; O sistema de amostra deve ser designado para suportar estas funções)
  • SOLAWeb para configuração de análise, monitoramento de processo, e a revisão dos dados das anteriores 24 horas do processo(opcional).
  •  Estação de trabalho baseados no Windows via Modbus permitindo a configuração e monitoramento do processo de revisão dos dados arquivados, os parâmetros de diagnóstico e validação / histórico de calibração(opicional)
  •  Ampla faixa de temperatura ambiente(12-40 °C).
  •  Capacidade para 4 correntes de processo.
  •  Compreensivo pacote de diagnósticos.
  •  Aplicações em correntes múltiplas com tempo de residência e tempo de purga.
Teoria de Operação
 
O SOLA II é o mais recente modelo da linha de analisadores totais de enxofre oferecidas pela Thermo Scientific, o líder em análise de enxofre oriundo da indústria de processo de hidrocarboneto. O  SOLA II combina a comprovada confiabilidade das tecnologias anteriores com um baixo custo de aquisição e fácil utilização do sistema analítico. O SOLA II é adequado para analise de frações de hidrocarbonetos líquido com um EBP ("End Boiling Point")< 400 °C, todos os motores de combustão (combustível), gases liquefeitos e hidrocarbonetos gasosos simples. Um range de escala cheia de 5ppm até níveis de baixa porcentagem está disponível, com o limite mínimo de detecção de 1ppm quando o range é  <500 ppm.
 
A configuração e programação do SOLA II é facilmente obtida e pode ser feita de três maneiras: 1) usando um opcional do Windows ™ baseado no Workstation operando via Modbus ou Ethernet, 2) usando o built-in display do painel frontal / interface de botão de pressão ("push button") que não comprometa a classificação à prova de explosões do analisador, 3) SOLAWeb usando o software embutido no SOLA II.
 
O detector Pulsed UV Fluorescence (PUVF) (Detector de Fluorescência Ultravioleta Pulsante) é um componente da  Thermo Scientific que tem sido utilizado nos sistemas CEM ("Continuous Emissiom Monitoring") de monitoramento do ar, por mais de 30 anos. O PUVF tem sido continuamente melhorado e hoje é altamente confiável e de sensível detecção no sistema de medição de SO2. O sistema de pirólise utilizado para queimar uma amostra é resultado de 35 anos de desenvolvimento e experiência operacional nas análises de enxofre total.
 
O SOLA utiliza um Pulsed UV Fluorescence detector (PUVF) ao invés do sistema continuo convencional UV Fluorescence (UVF) detector (Detector de Ultra Violeta Pulsante).  A lâmpada no SOLA é flash de Xenon, o oposto de uma lâmpada continua de zinco. Como resultado o PUVF  oferece uma maior vida útil a lâmpadan (mais de 2 anos, ao invés da comum que dura menos de 1 ano). Devido a lâmpada operar numa temperatura amena, ter melhor sensibilidade e devido a alta energia gerada na pulsação da lâmpada. O detector do PUVF detector usa uma media rolante de 240 segundos, isto atualiza os dados de saída (output) do SOLA II a cada segundo. Isto proporciona um excelente tempo de resposta as mudanças do processo.
 
 Interferentes para o UVF e o PUVF são: CO2 e vapor d'agua (que são formados durante o processo de combustão requerido para converter enxofre em dióxido de enxofre). Mais importante. O detector do  SOLA II utiliza um filtro óptico, com comprovada eficácia (filtragem de banda por reflexão) para otimizar o comprimento de onda que irá excitar o SO2 na câmara de medição a temperatura controlada. Esta otimização do comprimento de onda elimina completamente o CO2 e a umidade.  O conjunto de amostras injetadas (normalmente 1 microlitro a cada 30 a 60 segundos) não proporciona um percentual de hidrogênio que irá reagir com o oxigênio do ar e gerar uma umidade significativa que possa causar impacto negativo no detector. Então para a maioria das aplicações para liquido não se utiliza um secador de amostra depois da combustão para remover a umidade. Para gases, um secador pode ser requerido, dependendo do nível de detecção requerida.
 
O detector PUVF utilizado no SOLAII tem um exclusivo recurso que contribui para a extensa lista de extrema utilidade as capacidades de diagnóstico padrão para o sistema. Um fotodetector compensa as variações de intensidade dos pulsos do flash lamp. O software do SOLA II tem expandido o uso do fotodetector  numa única ferramenta de diagnostico.Com  o monitoramento continuo da voltagem de saída do fotodetector uma combustão incompleta na câmara de pirólise (pyrolizer) seria imediatamente detectada. O carbono resultante e aromáticos não queimados causam uma rápida variação positiva da voltagem (uma tentativa de compensar a perda de luz UV que atinge o detector de foto) isto é detectado pelo software de diagnóstico do SOLA II . uma vez que o aumento da voltagem é detectado a válvula na injeção da amostra é fechada e a passagem da amostra é interrompida, as  válvulas do detector e da amostra são purgadas para com o ar. Um alarme de mau funcionamento é ativado. Esta ferramenta de diagnóstico torna praticamente impossível uma contaminação no sistema de combustão e no sistema de detecção do PUVT com carbono.
 
Sistema de Pirólise Oxidante (Oxidative Pyrolysis System):
 
Quando de mede enxofre total polo PUVT é necessário converter de 99 a 100% do enxofre no seu dióxido, SO2.  O sistema de combustão do SOLA II é desenvolvido apenas pela Thermo Scientific e permite o SOLA II alcançar a conversão do enxofre em SO2. Incluindo os refratários compostos de enxofre normalmente restantes combustíveis hidrogénio em motores de combustão. O SOLAII não utiliza catalisador para completar a conversão e o simples tubo em U de quartzo em torna a reação é barata e fácil. O tubo é trocado entre 14 e 18 messes de uso. A conversão de  99-100% é monitorada enquanto se mantem  a oscilação entre + 1% em escala cheia a linearidade e repetitividade quando o range de medição é  ≥ 15 ppm.  Quando  o range de medição é  < 15 ppm, a repetitividade é  + 2% em escala cheia.
 
O SOLAII utiliza um sistema de injeção[microlitro] a ar com válvula para extrair uma pequena parte do montante.((1-1.2 microlitros para amostras de líquidos, enquanto que para gases o volume de injeção de amostra varia para cada aplicação) de amostra e injeta no ar zero, gás de arraste. Para hidrocarbonetos simples leves, gasolina, NAFTA leve ou amostras gasosas. Reguladores de pressão permitem uma pressão suficiente na válvula de injeção de amostra para evitar que ocorra um flash destes compostos com maior pressão de vapor e para promover injeções repetidas de  gases simples. A amostra é imediatamente transportada, com a temperatura controlada para o forno analítico (temperatura normal de operação para gases leves 120-190 °C para hidrocarbonetos líquidos simples) e na câmara de mistura, onde ar adicional é acrescido . A temperatura do forno analítico  é essencial para assegurar a uma temperatura segura e precisa no caminho percorrido em direção ao pyrolyzer O ar adicional deve se misturar homogeneamente a amostra, para que o oxigênio esteja uniformemente distribuído. A mistura de gases segue em direção ao forno de pirólise(operando a temperatura de 1100°C) onde 21% de oxigênio é responsável em converter carbono em CO2 e o enxofre em SO2.  Um pequeno percentual de água é formado, mas seu nível não interfere no detector PUVF.
 
A importância do controle de temperatura na corrente de amostra:

O forno analítico usado no SOLA II é um fator importante que permite ao  SOLA II analisar amostras desde líquidos hidrocarbonetos a gases É critico analisar amostras com enxofre refratado como os que foram encontrados no motor de combustão de espécies hidrogenadas. Testes tem mostrado que o enxofre refratado vai reagir ou se combinar (adsorção, absorção) com outro composto reativo ou poderia contaminar a corrente da amostra. Isto significa que eles não serão transportados da injeção até o forno de pirólise para combustão até formar SO2. No  SOLA II, a corrente de amostra entre a injeção e o pyrolyzer deve está inerte e com temperatura controlada, o suficiente para arrastar todo o enxofre refratado para o forno de pirólise.  O SOLA II utiliza  componentes Sulfinert ™ tratados na linha da amostra, enquanto o forno controla a temperatura requerida pero controle.  Para amostras de liquido aplicações que contem compostos de enxofre refratado, testes têm mostrado que a temperatura do forno requerida para garantir o transporte completo do enxofre refratado até o forno de pirólise é de 190°C.
  

 Comunicação de Dados

 

A. SAIDAS ANALOGICAS: 4-20 mA - para uma ou duas configurações de corrente, uma saida para cada corrente; para configurações com 3 ou 4 correntes, a cada saída é atribuída um intervalo de calibração e cada corrente é dedicada a um intervalo de calibração.

 

B. ENTRADAS ANALOGICAS:
Opicional - quatro - entradas de 4-20mA para medir densidade para compensação automática  de densidade para alcançar mediçõesem ppm S (m/m), (requer um densímetro já existente ou opcional). Entrada opcional 4-20 mA para medidor de vazão de amostra
 

C. COMUNICAÇÃO DIGITAL DE DADOS:

Canal duplo com as seguintes configurações opcionais:

RS-232 Modbus e RS-485 Modbus

Canal duplo RS-485 Modbus

TCP/IP encapsulado Modbus e RS-485 Modbus

 

D. HMI LOCAL:

Status de todos os parâmetros do analisador (ex. Forno de pirolise e temperatura do forno analítico, voltagem da lâmpada PMT, detector de vazão, etc.) e resultados de análise disponíveis no display, botão de acesso ao menu frontal; classificação de área periculosa permanence intacta enquanto se opera o display local

 

E. INTERFACE MODBUS DO SOLA II:

Controle completamente remoto do SOLA II, login automático dos resultados de análises e de parâmetros analíticos, comunicação com o SOLA II via serial ou TCP/IP Modbus encapsulado permite diagnósticos remotos via modem

 

 

F. INTERFACE REMOTA DO SOLAWEB:

Completa o controle remoto do SOLA II, habilidade de download de 24 horas de resultados de análise e parâmetros de análise, comunicação com o SOLA II via network da área(TCP/IP) permite diagnósticos remotos via modem

 

Requisitos do Sistema

 

A. TEMPERATURA AMBIENTE DE: 50 a 100° F

 

B. POTÊNCIA:

110 VAC, 50/60 Hz em 2000 watts, ou 220 VAC, 50/60 Hz em 2000 watts

Recomendação de circuito 20 amp; máximo de  17 amps durante o ciclo de aquecimento; uma vez atingida a temperatura operacional de 7-8 amps

A opção 220 VAC usa a opção de um transformador externo

 

C. CERTIFICAÇÕES DISPONÍVEIS:

            NEC Classe 1, Divisão 2, Grupo B, C e D

            NEC Classe 1, Divisão 1 (opcional), Grupo B, C e D

            CSA / US Classe 1, Divisão 2, Grupo B, C e D

            CSA / US Clases 1, Divisão 1 (opcional), Grupo B, C e D

            ATEX Zona 2, EEx npde IIC T2 (T3, T4 opcional)

            ATEX Zona 1 (opcional), EEx p IIC T2 (T3, T4 opcional)

            CE Mark

           


Aplicações
 
  •   Diesel
  •  Gasolina
  •  Querosene
  •  Combustível de Aviação
  •  Nafta
  •  Gás Natural
  •  Gás Combustível de Refinaria
  •  GLP
Especificações Técnicas do Analisador de Enxofre Sola II
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